- Presidenciável
- 16 de maio de 2026
- Por: Redação

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa se filiou no início de abril ao partido Democracia Cristã (DC), legenda que pretende lançá-lo como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.
A informação foi divulgada pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo. O DC, presidido pelo ex-deputado federal João Caldas (AL), havia anunciado anteriormente a pré-candidatura do ex-ministro Aldo Rebelo, que não avançou nas pesquisas. Segundo a publicação, foi oferecida a Aldo a possibilidade de disputar outro cargo.
Procurado pela Folha, Joaquim Barbosa, de 71 anos, não comentou o assunto. Ex-presidente do STF e relator do julgamento do mensalão, ele se aposentou da Corte em 2014. Desde então, atua na área jurídica emitindo pareceres e consultorias.
Em 2018, Barbosa chegou a ensaiar uma candidatura presidencial pelo PSB, mas desistiu da disputa meses antes das eleições.
De acordo com dirigentes do DC, pesquisas qualitativas realizadas pelo partido apontaram boa receptividade ao nome do ex-ministro, especialmente pela associação à pauta da ética e do combate à corrupção.
Entre os temas que devem ser explorados em uma eventual campanha estão propostas de reformas no Judiciário, incluindo regras de conduta para ministros do STF e limites para benefícios conhecidos como “penduricalhos”.
O partido também aposta na trajetória pessoal de Joaquim Barbosa — nascido em família humilde em Minas Gerais e que chegou à presidência da Suprema Corte — como um dos principais ativos eleitorais.
A direção do DC agora busca ampliar alianças políticas e estruturar uma campanha nacional, apesar das limitações da legenda, que possui pouco tempo de televisão e recursos reduzidos para a disputa eleitoral.
- Pesquisa
- 16 de maio de 2026
- Por: Redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com ampla vantagem a disputa presidencial no Maranhão para as eleições de 2026, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta semana. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 58,4% dos votos válidos, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, que soma 29,3%.
Na sequência aparecem Renan Santos com 6,2%, Augusto Cury com 3,5%, Romeu Zema com 1,7% e Ronaldo Caiado com 0,9%. Aldo Rebelo não pontuou.
Nos cenários de segundo turno, Lula também venceria todos os adversários no Maranhão. Contra Flávio Bolsonaro, o petista alcança 61,6% contra 31,8%. Em uma eventual disputa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula registra 61,7%, enquanto Bolsonaro teria 31%.
Já em confrontos contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado, o presidente aparece com 63,6% e 61,9%, respectivamente, mantendo ampla vantagem em todos os cenários simulados.
A pesquisa ouviu 1.180 eleitores maranhenses entre os dias 8 e 13 de maio de 2026. O levantamento possui margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- “Os intocáveis”
- 16 de maio de 2026
- Por: Redação

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta sexta-feira (15) o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo crime de calúnia contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

A denúncia faz menção a uma série de vídeos publicados por Zema em suas redes sociais, intitulados “Os intocáveis”. Os vídeos trazem sátiras que relacionam Mendes e outros ministros da Corte com o caso do Banco Master.
A manifestação da PGR foi protocolada por volta das 17h30 e ainda não tem relator.
O crime de calúnia é caracterizado pela imputação falsa de um ato que é considerado crime.
Zema é pré-candidato à presidência da República e passou a trocar farpas com Gilmar após uma entrevista concedida pelo ministro à imprensa.
Além de criticar os vídeos publicados pelo ex-governador, Mendes caçoou do sotaque do político e disse que ele “governou Minas com liminares do STF”, se referindo a decisões que suspenderam o pagamento da dívida do estado com a União.
No auge do embate, Gilmar pediu a inclusão de Zema no inquérito das Fake News, relatado por Alexandre de Moraes.
Em nota à imprensa, Zema declarou que “intocáveis não aceitam críticas”.
“Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos. Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros. Não vou recuar um milímetro”, declarou.
- Militante
- 16 de maio de 2026
- Por: Redação

O senador Flávio Bolsonaro criticou, em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (15), o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino após a decisão do magistrado de abrir uma investigação sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares para projetos culturais, entre eles o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Durante a entrevista, Flávio negou que recursos de emendas parlamentares tenham sido utilizados para financiar o longa-metragem e saiu em defesa do deputado federal Mário Frias, um dos parlamentares citados no caso.
“Não teve. O Mário Frias, o que ele me disse é que já foi investigado e não teve nada equivocado. Não tem essa vinculação com o filme. Não tem nada de errado na verba parlamentar que ele destinou para essa instituição”, declarou o senador.
Flávio Bolsonaro também afirmou que os parlamentares envolvidos irão prestar esclarecimentos sobre a destinação dos recursos. “Os deputados vão vir à tona e explicar com honestidade para onde foi esse dinheiro”, disse.
Na entrevista à CNN Brasil, o senador ainda fez críticas diretas a Flávio Dino, questionando o foco das investigações conduzidas pelo ministro do STF. “Qual é o ministro? Flávio Dino, que até ontem era ministro do Lula. Mais um militante que tá aí jogando um jogo combinado para buscar coisa onde não tem. Por que não tem emenda do PT sendo investigada por ele?”, afirmou.
A investigação foi aberta após denúncia apresentada ao STF pela deputada federal Tabata Amaral. No documento, a parlamentar alegou que emendas parlamentares poderiam estar sendo utilizadas para ações de marketing eleitoral e para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro.
Entre os parlamentares mencionados na denúncia estão Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis, Marcos Pollon e Mário Frias.
O caso ganhou novos desdobramentos após o site Intercept Brasil divulgar mensagens e documentos indicando que Flávio Bolsonaro teria buscado cerca de R$ 130 milhões junto ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção do filme.
Após negar inicialmente a informação, o senador admitiu posteriormente que procurou investimento privado para viabilizar o projeto cinematográfico.
- Criticou
- 16 de maio de 2026
- Por: Redação

A Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihpop) divulgou nota pública nesta sexta-feira (15) criticando a lei promulgada pela Câmara Municipal de São Luís que restringe o acesso de mulheres trans a banheiros, vestiários e espaços similares destinados ao público feminino em órgãos públicos e instituições privadas da capital.
Segundo a pasta, há possibilidade de acionamento dos “órgãos competentes para análise e providências necessárias” após denúncia encaminhada pelo Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT+ à Ouvidoria de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Juventude.
No posicionamento, a Sedihpop afirma que acompanha “com atenção” a promulgação da legislação e sustenta que medidas desse tipo “fragilizam princípios constitucionais de igualdade, dignidade humana e não discriminação”, além de contribuírem para o aumento da exclusão e da violência contra pessoas trans e travestis.
A secretaria destacou ainda que o Governo do Maranhão adota políticas de reconhecimento do nome social e respeito à identidade de gênero em repartições estaduais, incluindo o uso de banheiros e vestiários conforme a identidade de gênero. Entre as ações citadas estão o Ambulatório Trans Sabrina Drumond, a Coordenação Estadual de Promoção dos Direitos da População LGBTQIA+ e projetos de inclusão social e empregabilidade.
A lei foi promulgada pela Câmara de São Luís após o prazo legal expirar sem sanção do Executivo municipal. O texto, de autoria do vereador Marquinhos (União), proíbe o uso de banheiros femininos por mulheres trans em órgãos públicos e instituições privadas da capital. A promulgação foi anunciada pelo presidente da Casa, vereador Paulo Victor (PSB), durante sessão realizada na última quarta-feira (13).
Na nota, a Sedihpop reforçou que “nenhuma iniciativa que promova segregação, constrangimento ou restrição de direitos pode se sobrepor aos princípios democráticos, constitucionais e de proteção à dignidade humana”.
- Pesquisa
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação

A disputa pelas duas vagas do Maranhão no Senado Federal segue aberta e sem favoritos isolados, segundo levantamento divulgado pela AtlasIntel para as eleições de 2026. Nos dois cenários testados pelo instituto, os números apontam equilíbrio entre os principais pré-candidatos, com pequena variação nas posições do pelotão de frente.
No primeiro cenário, o deputado federal Duarte Júnior (Avante) e a senadora Eliziane Gama (PT) aparecem empatados na liderança, ambos com 14,7% das intenções de voto no consolidado de primeiro e segundo votos para o Senado.
No caso de Duarte, o resultado chama atenção porque ele sequer oficializou sua pré-candidatura para este cargo até agora.
Em seguida surgem o ex-senador Roberto Rocha (Novo), com 11,8%, e o senador Weverton Rocha (PDT), que registra 9,2%.
Na sequência aparecem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), com 6,3%, e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), com 6,1%. Antonia Cariongo (PSOL) soma 4,1%, Hilton Gonçalo (Mobiliza) registra 2,7%, Franklin Douglas (PSOL) aparece com 2,5%, enquanto César Pires (Novo) tem 2,2%. Simplício Araújo (DC) marca 1,1%.
O levantamento também mostra percentual elevado de indefinição do eleitorado. Os votos brancos e nulos somam 13,3%, enquanto 11,1% disseram não saber em quem votar.

Em um segundo cenário testado pela AtlasIntel, sem a presença de Roseana Sarney e com inclusão do deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), a senadora Eliziane Gama assume a liderança isolada, com 14,1%, seguida de Duarte Júnior, que aparece com 13,7%.
Roberto Rocha mantém a terceira colocação, com 11,3%, enquanto Weverton Rocha registra 10,8%. André Fufuca sobe para 7%, seguido por Antonia Cariongo, com 4,2%, e Pedro Lucas Fernandes, que estreia com 2,8%.
Hilton Gonçalo aparece novamente com 2,7%, Franklin Douglas soma 2,4%, César Pires registra 2,2% e Simplício Araújo marca 1%.
Assim como no primeiro cenário, os índices de indecisos seguem altos: 14,7% afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 13,1% disseram não saber em quem votar.
Os números reforçam o cenário de forte fragmentação na disputa pelas duas vagas ao Senado, sem candidatos descolados de maneira significativa dos adversários até o momento.
O instituto entrevistou 1.180 eleitores, pela internet, entre os dias 8 e 13 de maio, para uma margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo MA-09846/2026.



