- Levantamento
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

Levantamento do Instituto IPPI divulgado nesta terça-feira, 15, mediu as intenções de voto para o Senado. Na soma dos dois votos, Roseana Sarney (MDB) aparece em primeiro lugar, com 35,5%.
André Fufuca (PP) ocupa a segunda posição, com 25,3%, seguido por Weverton Rocha (PDT), que registra 19,8%. Lahesio Bonfim (Novo) aparece com 18,7%, enquanto Eliziane Gama (PT) soma 15,3%.
Na sequência estão Dr. Hilton Gonçalo (Avante), com 6,3%; Cidônio Gonçalves (PL), com 4,8%; Wilson Leite (PSTU), com 2,4%; Raimundo Moreira (PCB), com 1,8%; e Enilton Rodrigues (PSOL), com 1,7%.
Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado nas eleições deste ano, os percentuais apresentados são calculados pela soma das duas opções de voto.
Contratada pelo programa Café Quente, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 80 municípios maranhenses entre os dias 10 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MA-09665/2026.
- Pela 2ª vez
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

Pesquisa IPPI divulgada nesta terça-feira (15) aponta o candidato Eduardo Braide (PSD) na liderança da disputa pelo Governo do Maranhão, com 44,5% das intenções de voto.
Orleans Brandão (MDB) aparece na segunda colocação, com 27,8%. A diferença entre os dois candidatos é de 16,7 pontos percentuais.
Na sequência, Felipe Camarão (PT) registra 7,7%, enquanto Roberto Rocha (PRTB) aparece com 3,8%.
Os eleitores que não souberam ou não responderam representam 8,9%. Outros 4,9% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos.
Realizado pelo Instituto IPPI em parceria com o programa Café Quente, o levantamento ouviu 1.500 pessoas. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-09665/2026.
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15), a primeira sobre crise Master que atinge a Corte, terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master. O pedido de vista livra Moraes pelos próximos 90 dias pelo menos de qualquer julgamento.
Presidente do STF e relator da sessão desta terça, Edson Fachin votou para manter a separação dos casos após uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. Fachin foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.
Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista (mais tempo para análise), o que suspendeu o julgamento.
📅O prazo do pedido de vista é de até 90 dias corridos. Se Dino não se posicionar dentro desse prazo, o caso é liberado automaticamente para voltar à pauta.
Com o pedido de vista, o julgamento foi interrompido sem uma decisão sobre como a Corte vai julgar os casos de Moraes e Mendonça.
Fachin foi o primeiro a votar
Na tarde desta terça, após a retomada do julgamento iniciado na manhã, o presidente do STF se posicionou contra uma questão de ordem, um questionamento, apresentado pelo ministro Gilmar Mendes, que defendeu o julgamento conjunto dos relatórios com informações da Polícia Federal sobre Moraes e Mendonça.
Fachin também foi contra a redistribuição do relatório sobre Alexandre de Moraes, que puxou para o gabinete da Presidência do STF.
Gilmar defendeu que houvesse um sorteio para a definição de um novo relator, alegando que é isto que está previsto no Regimento Interno da Corte.
“Quero, desde logo, me manifestar no sentido de manter não apenas a separação entre os julgamentos. Portanto, voto no sentido de prosseguir o julgamento de hoje, bem como, de não levar a efeito o apensamento [reunião] dos feitos mencionados e, por via de consequência, fica prejudicada a redistribuição na forma regimental”, disse Fachin.

“Entendo não haver as mesmas bases fáticas. O que há, em relação a mim, é um suposto relatório de inteligência, um relatório ilegal, com monitoramento e coleta seletiva de dados de ministros do STF e de outras autoridades, em uma atividade própria de uma PF paralela. Documento ilegal, que o próprio documento fala que é sem valor probatório. São questões fáticas e jurídicas totalmente distintas”, disse Mendonça.
Fux e Cármen Lúcia também acompanharam Fachin e Mendonça.
Dino abriu divergência
Fachin foi o primeiro a votar sobre a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, contra a proposta de Gilmar.
Na sequência, ministro Flávio Dino abriu divergência e votou pela conexão dos dois casos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes.
“Presidente, me parece que o encaminhamento é de respeitar a conexão, que nos trouxe até aqui. E por isso eu considero que o encaminhamento contido na questão de ordem do ministro Gilmar é aquela que preserva melhor o nosso papel de provedores de justiça e de segurança jurídica”, disse Dino.
O ministro Cristiano Zanin acompanhou Dino na divergência, votando a favor da questão de ordem de Gilmar.
“Para não ser repetitivo, eu vou adiantar, pedindo vênia a Vossa Excelência, que eu estou acompanhando o eminente ministro Gilmar Mendes na questão de ordem trazida e faço apenas algumas anotações complementares”, disse Zanin.
Na sequência, Zanin disse que, na avaliação dele, o ministro André Mendonça não deveria votar na análise do relatório das mensagens de Vorcaro a Alexandre de Moraes.
Posteriormente, Moraes se posicionou pela análise conjunta da sua situação com a do ministro André Mendonça.
“Nós estamos com um risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual, julgando as mesmas coisas, só que com o sinal invertido, os mesmos fundamentos, cada qual de um lado, com sinal invertido hoje [caso Moraes] e na próxima quarta-feira [sobre Mendonça]. Então presidente com essas com essas considerações, pedindo todas as vênias a Vossa Excelência, acompanho a questão de ordem do ministro Gilmar”, disse Moraes.
Ocorre que, posteriormente, após um bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça, Flávio Dino mudou sua posição, dizendo que estava passando a pedir vista.
Com isso, o placar ficou 4 a 3 para manter separadas as questões dos dois ministros. Só haverá uma definição após Flávio Dino liberar a retomada da análise.
Entenda a crise no STF
‘Não há pedido para abrir uma investigação criminal’, diz Moraes
A crise se intensificou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master.
Um dos documentos apontou 52 mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes.
A divulgação dos documentos provocou um confronto entre Moraes e André Mendonça, relator das investigações do caso Master.
Moraes acusou o colega de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. Mendonça negou e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.
A disputa também envolveu o acesso às provas extraídas do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pediram acesso integral ao material.
Após determinação de Zanin, a PF confirmou, na segunda-feira (14), ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes. A PGR também se manifestou a favor da ampliação do acesso aos documentos.
Diante do conflito, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu separar os processos. O caso que envolve as mensagens entre Vorcaro e Moraes será analisado pelo Plenário nesta terça-feira (15).
Já as acusações de Moraes contra Mendonça ficaram para 23 de setembro.
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- Mudanças
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, anunciou um pacote de medidas emergenciais para reforçar e melhorar o funcionamento do sistema de ferryboats que faz a ligação entre São Luís e a Baixada Maranhense. As ações começam a ser implantadas imediatamente.
As medidas foram apresentadas durante uma reunião realizada no domingo (13), no Palácio dos Leões, que reuniu prefeitos e representantes de 19 municípios da região, além de secretários estaduais, dirigentes de órgãos públicos e representantes das empresas responsáveis pelo transporte aquaviário.
O pacote contempla ações em áreas como saúde, segurança, atendimento aos passageiros, fiscalização das empresas operadoras, ampliação da capacidade do sistema e utilização de novas ferramentas tecnológicas.
Segundo Brandão, o objetivo é garantir mais segurança, eficiência e respeito aos usuários do serviço.
“Estamos adotando medidas imediatas para garantir mais segurança, saúde e respeito a todos que utilizam o ferryboat. Também estamos cobrando das empresas operadoras uma prestação de serviço de qualidade.”
Frota será ampliada
O Governo do Estado também anunciou a ampliação da frota de ferryboats. No início da atual gestão, em 2022, apenas duas embarcações estavam em operação. Com a incorporação de outras duas, o número passou para quatro.
Nos próximos dias, o ferry São Miguel deverá ser incorporado ao sistema. Posteriormente, está prevista a chegada do São Rafael, elevando a frota para seis embarcações.
Os terminais do Cujupe e da Ponta da Espera também passaram por intervenções, incluindo reformas, ampliação das áreas de estacionamento e melhorias nas rampas de embarque e desembarque.
Reforço na estrutura de saúde
Entre as principais medidas anunciadas está a instalação de uma sala de estabilização no Terminal do Cujupe, que contará com equipe médica 24 horas e uma ambulância UTI de prontidão.
Na Ponta da Espera, também haverá uma ambulância disponível para atendimento. Em situações de maior gravidade, o Governo poderá utilizar aeronaves do Centro Tático Aéreo (CTA) para o transporte de pacientes.
Outra medida prevista é a construção de um heliponto no Cujupe, com o objetivo de agilizar a transferência de pacientes para São Luís.
O Estado também anunciou o reforço da integração com as secretarias municipais e a disponibilização de uma ambulância UTI em Viana.
Além disso, serão abertos mais dez leitos de UTI no Hospital Macrorregional Jackson Lago, em Pinheiro. As transferências continuarão obedecendo aos critérios de regulação do sistema de saúde.
Mais segurança e fiscalização
Na área da segurança, duas viaturas foram destinadas aos terminais da Ponta da Espera e do Cujupe, onde permanecerão de plantão. Também serão instalados totens de monitoramento.
Para melhorar o atendimento aos passageiros, novos profissionais serão contratados e identificados com a camisa “Posso Ajudar?”. Eles terão a função de orientar os usuários, esclarecer dúvidas e auxiliar durante o embarque.
O Governo também pretende ampliar a divulgação dos horários das viagens, permitindo que os passageiros se programem com antecedência e reduzam o tempo de espera nos terminais.
Outra medida anunciada é o reforço da atuação do Procon, que manterá equipes diariamente nos dois terminais para fiscalizar a prestação do serviço. Em caso de irregularidades, poderão ser aplicadas multas e outras medidas previstas na legislação.
A expectativa do Governo do Estado é que o conjunto de ações contribua para melhorar a qualidade, a segurança e a eficiência da travessia entre São Luís e a Baixada Maranhense.
Imirante
- Dark Horse
- 14 de setembro de 2026
- Por: Redação

O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime contra o empresário Fernando José Macieira Sarney, filho do ex-presidente José Sarney. Também foi alvo da ação uma pessoa ainda não identificada, apresentada como “pastor e amigo de longa data” de Karina Ferreira da Gama, produtora do filme “Dark Horse”, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
No documento, Flávio relata que Karina foi procurada, em maio e agosto deste ano, por Fernando Sarney e pelo pastor, que supostamente ofereceram apoio jurídico e a promessa de imunidade em troca de uma delação premiada com conteúdo direcionado para prejudicar o candidato à presidência.
A produtora disse que recusou a proposta. Em setembro, Karina foi alvo de operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro Flávio Dino, relator das investigações no STF.
A denúncia de Flávio aponta para possível crime de coação no curso do processo, pois a produtora, segundo seu relato, teria sido pressionada sob a promessa de evitar operações policiais se aceitasse delatar.
Fernando Sarney e o pastor ainda não foram oficialmente acusados, pois não houve confirmação das versões conflitantes apresentadas. O senador pede que as investigações sejam públicas, com sigilo apenas para documentos que possam comprometer diligências.
A notícia-crime levanta questões graves sobre possível uso da delação premiada para interesses políticos e pressões indevidas em ano eleitoral, um tema que certamente continuará no foco das investigações e da atenção do STF.
- 14 de setembro de 2026
- Por: Redação

O desembargador Sebastião Joaquim Lima Bonfim, relator do registro de candidatura no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), votou pelo indeferimento da candidatura de Roberto Coelho Rocha (PRTB) ao Governo do Maranhão nas eleições de 2026.
O voto foi apresentado no julgamento de uma Ação de Impugnação de Registro de Candidatura apresentada por Lariane Telles Mendonça e acompanha o parecer do Ministério Público Eleitoral.
Para o relator, o caso apresenta indícios de fraude e simulação relacionados à filiação partidária de Roberto Rocha. O principal ponto questionado é o registro da filiação do candidato ao PRTB com efeitos retroativos a 4 de abril de 2026, justamente a data-limite para o cumprimento do prazo mínimo de seis meses de filiação partidária exigido para a disputa.
Segundo Bonfim, Roberto Rocha havia se filiado ao NOVO em 1º de abril de 2026, em ato público que contou com a presença de lideranças nacionais da legenda. Um mês depois, passou a sustentar que já estaria filiado ao PRTB desde 4 de abril.
O relator, porém, considerou incompatível essa alegação com a atuação pública de Roberto Rocha nos meses seguintes. De acordo com o voto, em 1º de maio, o político anunciou sua pré-candidatura ao Senado pelo NOVO, enquanto o próprio partido apresentou representações eleitorais em sua defesa, demonstrando que o considerava filiado e pré-candidato da legenda.
A situação teria se prolongado até junho. Em 21 de junho, mais de dois meses após a suposta filiação ao PRTB, Roberto Rocha voltou a reafirmar publicamente sua pré-candidatura ao Senado e admitiu a possibilidade de disputar o Governo do Estado pelo NOVO. A manifestação foi repercutida pela imprensa como sendo de um pré-candidato da legenda.
Para Sebastião Bonfim, a sequência de fatos é incompatível com a existência de uma filiação genuína ao PRTB desde 4 de abril.
“Esse comportamento público, reiterado e nunca desmentido pelo próprio Impugnado, é, em sua sucessão temporal, incompatível com a existência de filiação genuína e efetiva a outra legenda desde 04 de abril”, afirmou o relator no voto.
A decisão do TRE-MA não é definitiva e Roberto Rocha ainda poderá recorrer às instâncias superiores da Justiça Eleitoral.
Sistema do PRTB
A defesa de Roberto Rocha alegou que problemas de acesso aos sistemas FILIA e SGIP, provocados por uma disputa interna pelo comando do PRTB, teriam impedido o registro da filiação no período correto.
Bonfim reconheceu que houve dificuldades de acesso aos sistemas eleitorais por parte do partido. No entanto, considerou que esse fato não seria suficiente para explicar a permanência pública de Roberto Rocha vinculado ao NOVO nos meses seguintes.
Segundo o desembargador, mesmo que o PRTB estivesse impossibilitado de realizar o lançamento eletrônico da filiação, isso não explicaria a manutenção do vínculo público de Roberto com o NOVO. O relator destacou ainda que a desfiliação partidária depende de comunicação escrita do próprio filiado ao partido e ao juiz eleitoral, ato que, segundo o voto, não foi demonstrado no processo.
Súmula 52 do TSE
O relator também rejeitou o argumento de que uma decisão anterior da Justiça Eleitoral reconhecendo a filiação de Roberto Rocha ao PRTB impediria a análise do caso no processo de registro de candidatura.
Bonfim afirmou que a Súmula 52 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impede o reexame de uma decisão que efetivamente tenha analisado a filiação partidária, mas não impede a apuração de uma eventual fraude que não tenha sido discutida naquele processo.
Para o desembargador, a decisão anterior não examinou a possibilidade de fraude na retroação da filiação e sequer contou com a participação do NOVO, partido que teria interesse direto na discussão.
O relator citou ainda precedente do próprio TSE para sustentar que uma decisão judicial anterior reconhecendo formalmente uma filiação não impede, posteriormente, a investigação de eventual fraude quando essa questão não foi objeto de discussão no processo original.
Envio ao Ministério Público
Ao analisar o conjunto de provas, Sebastião Bonfim concluiu que Roberto Rocha não conseguiu demonstrar que a filiação ao PRTB havia ocorrido de forma efetiva e genuína até 4 de abril de 2026.
Com isso, o relator julgou procedente a ação de impugnação e votou pelo indeferimento do registro de candidatura de Roberto Rocha ao cargo de governador do Maranhão por ausência da condição de elegibilidade prevista na Constituição e na legislação eleitoral.
Além disso, Bonfim determinou o envio de cópia dos autos ao Ministério Público Eleitoral, para que sejam adotadas as providências consideradas cabíveis diante dos indícios de fraude e simulação apontados no voto.


