- Empregada agredida
- 6 de maio de 2026
- Por: Redação
Quatro policiais militares que atenderam a ocorrência de agressão, envolvendo a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos e uma empregada doméstica grávida, foram afastados das funções. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) à TV Mirante.
O afastamento ocorreu após a divulgação de áudios enviados pela própria empresária em um grupo de mensagens, obtidos com exclusividade pela TV Mirante. Nos áudios, Carolina descreve as agressões que fez contra a vítima e afirma que não foi levada à delegacia, pois um dos policiais envolvidos na ocorrência seria seu amigo.
De acordo com Carolina, o policial, que não teve o nome divulgado, teria dito que, devido aos hematomas visíveis no corpo da vítima, ela deveria ter sido conduzida à delegacia, o que não aconteceu.
“Parou uma viatura no meio da rua, eles vieram aqui de manhã. Mas veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? E sorte dela também. Aí eu expliquei para ele o que tinha acontecido. Aí ele disse: ‘Carol, se não fosse eu, eu teria que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas’. Aí eu disse: ‘era para ter ficado era mais, não era para ter saído viva’”, afirmou Carolina.
➡️ A produção da TV Mirante confirmou a veracidade dos áudios com a Polícia Civil do Maranhão, a qual informou que as mensagens já estão anexadas ao inquérito.
Procurada pelo g1, a empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado (veja mais abaixo a nota na íntegra).
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PMs que atenderam caso de patroa que agrediu doméstica são afastados; agressora disse que não foi levada à delegacia por conhecer policial — Foto: Reprodução/Redes sociai
Empresária é investigada por agredir doméstica grávida
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A empresária Carolina Sthela é suspeita de agredir a ex-funcionária de 19 anos na Grande São Luís — Foto: Reprodução/TV Mirante
Carolina Sthela é investigada pela Polícia Civil por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica de 19 anos, grávida de cinco meses. Três semanas após a agressão, a jovem ainda se recupera dos traumas emocionais.
A jovem denunciou ter sido espancada pela empresária Carolina Sthela após ser acusada de roubar joias da ex-patroa. Grávida de cinco meses, disse que tentou proteger a barriga durante os golpes.
As agressões aconteceram em 17 de abril, na casa onde a vítima trabalhava, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís. Segundo a jovem, ela foi puxada pelos cabelos, derrubada no chão e agredida com socos e murros.
“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse.
Após mais de uma hora de procura, a joia que motivou a acusação foi encontrada no cesto de roupas da casa. Mesmo assim, as agressões continuaram, segundo a vítima.
“Eu, graças a Deus, não levei nenhum chute, porque fiquei protegendo minha barriga o tempo todo, mas o restante do corpo ficou todo marcado”, relatou.
Áudios enviados pela própria empresária e obtidos pela TV Mirante registram os relatos das agressões e foram anexados ao inquérito, de acordo com a Polícia Civil. Em uma das mensagens, Carolina afirma que a vítima “não era pra ter saído viva” (ouça os áudios no vídeo no início da matéria).
“Quase uma hora essa menina no massacre, e tapa e murro e pisava nos dedos. Tudo que vocês imaginarem de doidice, era eu e ele fazendo”, afirmou Carolina Sthela.
Nos áudios, a mulher contou que teve ajuda de um homem, ainda não identificado, para pressionar a empregada de forma violenta. Na manhã do dia 17 de abril, ele foi armado até a casa de Carolina.
“Eu acordei era 7h30. Aí eu (disse): ‘Samara, arruma logo essa cozinha’, que eu também não sou besta, ‘que eu vou receber um amigo meu aqui em casa’. Aí ele chegou e eu disse ‘entra, amigo’. Ele (o homem) já veio com uma jumenta de uma arma, chega brilhava.”
O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. Carolina Sthela não foi presa nem indiciada até o momento. Segundo a Polícia Civil, ela é alvo de mais de dez processos.
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil preparou um relatório sobre os processos envolvendo Carolina Sthela e encaminhou à Polícia Civil um pedido de prisão preventiva contra ela.
Suspeita das agressões tem mais de dez processos contra ela
A polícia também informou que existem mais de dez processos envolvendo Carolina Sthela. Em um deles, de 2024, ela foi condenada por calúnia após acusar falsamente a ex-babá do filho dela de roubar uma pulseira de ouro. O processo tramitou no Juizado Civil e Criminal de Santa Inês, e a sentença foi proferida em outubro do ano passado.
A acusada foi condenada a seis meses de prisão em regime aberto, mas a pena foi substituída por prestação de serviço comunitário. Ela também foi condenada a pagar R$ 4 mil por danos morais.
A produção da TV Mirante também conversou com Sandila Souza, ex-babá que denunciou a mesma mulher em outro processo. Ela contou que começou a trabalhar na casa da suspeita quando tinha 17 anos e que, atualmente, não mora mais no Maranhão.
Segundo a ex-babá, o pagamento pelo serviço era feito por contas de terceiros, nunca diretamente pela patroa. Ela também afirmou que a indenização por danos morais ainda não foi paga.
“Ela olhou pelas câmeras. Foi no mesmo momento que ela me viu saindo com as minhas malas e falou que ia na delegacia, que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Ela ia dizer que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Eu falei: ‘Eu não roubei a pulseira do seu filho, mas, se você quiser ir lá, pode ir, que tem câmera em todo lugar e as câmeras nunca ficam desligadas.’”
O que diz a empresária sobre agressão contra doméstica
“Diante das publicações e comentários que vêm circulando na imprensa e nas redes sociais a respeito do IPL nº 066/2026 — 21º Distrito Policial do Araçagy/MA, venho me manifestar com serenidade e respeito.
Em primeiro lugar, afirmo que respeito profundamente a atuação das autoridades e que jamais me neguei a colaborar com a apuração dos fatos. Minha defesa já compareceu à delegacia, solicitou acesso aos autos e adotará todas as providências necessárias para que minha versão seja apresentada no momento adequado, de forma responsável e dentro do procedimento legal.
Também registro que repudio qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres, gestantes, trabalhadoras e pessoas em situação de vulnerabilidade. Justamente por reconhecer a gravidade do assunto, entendo que tudo deve ser apurado com seriedade, equilíbrio, provas e respeito ao devido processo legal.
Minha família, incluindo meu marido e meu filho, vem sofrendo ataques e ameaças. Isso não contribui para a verdade, não ajuda a investigação e apenas aumenta o sofrimento de todos os envolvidos.
Requeiro que não haja julgamento antecipado e que o inquérito seja conduzido em observância aos princípios constitucionais. A investigação ainda está em andamento, e a verdade deve ser esclarecida pelas vias legais, jamais por ameaças, ofensas, exposição de familiares ou linchamento virtual.
Seguirei à disposição das autoridades, por meio da minha defesa, confiando que os fatos serão esclarecidos com responsabilidade, respeito, técnica e justiça.
Paço do Lumiar – MA, 05 de maio de 2026.
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos” .
Fonte: G1 Maranhão
- Delação de milhões
- 6 de maio de 2026
- Por: Redação

A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro entregou à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma proposta de delação premiada no âmbito das investigações do chamado “caso Master”, que apura suspeitas de fraudes bilionárias no mercado financeiro.
O material foi encaminhado em um pen drive e já começou a ser analisado pelas autoridades. A partir do recebimento, cabe aos órgãos avaliar se o conteúdo apresenta novos elementos probatórios que possam contribuir com os inquéritos em andamento.
De acordo com investigadores, essa etapa inicial de análise pode levar mais de dois meses. Caso sejam identificadas informações relevantes, a proposta poderá avançar para negociação formal de um acordo de colaboração.
- Eleições 2026
- 6 de maio de 2026
- Por: Redação
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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título ou regularizar o documento na Justiça Eleitoral. 

Quem não atualizar a situação ficará impossibilitado de votar nas Eleições 2026, em outubro.
A medida pode ser feita presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento, para quem já tem biometria cadastrada.
Sem título de eleitor, pode ocorre ainda dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
O prazo vale para os seguintes serviços:
- alistamento eleitoral (emissão do primeiro título);
- transferência de domicílio eleitoral;
- revisão de dados cadastrais;
- regularização de outras pendências.
Legislação
De acordo com o art. 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), nenhum requerimento de inscrição ou transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Devem ficar atentos ao prazo de regularização:
- jovens que vão votar pela primeira vez;
- pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título;
- quem teve o título cancelado ou tem pendências na Justiça Eleitoral;
- aqueles que precisam atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos dessa terça-feira (5), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo.
“A gente espera que todos que ainda não resolveram alguma pendência, tenham isso como uma meta a ser cumprida, considerando a importância das eleições para a democracia brasileira”, afirmou.
Agência Brasil
- Caso chocante
- 6 de maio de 2026
- Por: Redação

A doméstica grávida torturada pela patroa no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA), acreditou que não sobreviveria. Ao Metrópoles, Samara Regina, de 19 anos, detalhou o momento de tensão que viveu no dia 17 de abril, após a patroa, identificada como Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusá-la de ter furtado uma joia.
Sob ameaça, a doméstica, que está grávida de seis meses, foi obrigada a se ajoelhar enquanto um amigo de Carolina lhe desferia coronhadas e a patroa a agredia com tapas.
“Ele falou que se o anel não aparecesse logo, eles iam me levar para um sítio. A Carolina até citou que ia preparar um sonífero pra poder me colocar no carro. Eu já sabia que eu não sairia viva dali. Estava sendo espancada. Eu não sabia onde o anel estava, não sabia se ele estava na casa ou se ela tinha perdido fora. E pelas atitudes deles, eu não ia sair viva mesmo”, diz Samara.
Em meio às agressões e torturas, o amigo da patroa falou para a doméstica que, caso o anel não aparecesse, a gestante “iria perder o filho”. Samara detalha que levou vários socos e a todo momento tentava proteger a barriga.
“A minha preocupação estava o tempo todo no meu filho. Meu desespero estava no que ia acontecer comigo e com o meu neném”, relata ela.
Anel foi encontrado em cesto de roupas

A doméstica esclarece que o anel foi encontrado no cesto de roupas sujas da patroa. Segundo Samara, Carolina não acreditou na doméstica, afirmando que a mesma havia colocado a joia entre as roupas.
Sobre uma possível prisão de Carolina, a jovem diz que não se sente segura. A doméstica relata sobre ameaças que tem enfrentado desde que as agressões vieram à tona na mídia.
“Estou sendo ameaçada direto. O que dá a certeza de que mesmo depois de ela ser presa eu poderei sair na rua sem medo? Se eu vou ficar em segurança para fazer as minhas coisas sem olhar para os lados, sem ficar com medo de alguém chegar do nada…”, questiona.
Áudio
Durante as investigações, a polícia encontrou áudios em que a patroa narra as agressões contra Samara em um grupo de amigos no WhatsApp. Nas gravações, ela relata que contou com a ajuda de um amigo armado, que colocou a vítima de joelhos e inseriu a arma na boca da funcionária grávida.
“Dei tanto nessa mulher, eu dei tanto que até hoje minha mão está aqui inchada”, confessou Carolina.
Ainda nas gravações, a investigada relata que uma viatura da PM chegou a abordá-los no dia do crime, mas que ela foi liberada por um policial que a conhecia. Segundo o relato da agressora, o policial a alertou: “Carol, se não fosse eu, eu tinha que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas”.
Ao Metrópoles, o delegado Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, disse que enviará o nome do tal policial que “acobertou” o caso para a corregedoria da polícia. Ele informou, ainda, que vai pedir a prisão preventiva da patroa.
Suspeita de agredir doméstica grávida diz em áudio que não foi levada à delegacia por conhecer policial
Em áudios enviados pela empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de agredir uma empregada doméstica no último dia 17 de abril, em São Luís, ela afirma que não foi levada para a delegacia após as agressões porque o policial que atendeu à ocorrência era seu amigo.
As mensagens foram postadas pela própria suspeita em um grupo de aplicativo de mensagens e obtidas, com exclusividade, pela TV Mirante. A vítima é uma jovem de 19 anos, grávida de cinco meses, que afirmou ter sido espancada após ser acusada de roubar joias da ex-patroa.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que, até o momento, não há confirmação sobre a veracidade das informações divulgadas em conteúdos não oficiais, tampouco, sobre o eventual envolvimento de agentes. A secretaria afirmou que, uma vez formalizada a denúncia, o caso será rigorosamente apurado pelas instituições competentes.
Em um dos áudios, Carolina relata que, ao ser abordada por uma equipe da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), percebeu que um dos policiais na viatura era seu amigo.
Segundo ela, o agente, que não foi identificado, teria dito que, devido aos hematomas visíveis no corpo da vítima, Carolina deveria ter sido conduzida à delegacia. Entretanto, mesmo diante da situação, ela não foi presa.
“Parou uma viatura no meio da rua, eles vieram aqui de manhã. Mas veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? E sorte dela também. Aí eu expliquei para ele o que tinha acontecido. Aí ele disse: ‘Carol, se não fosse eu, eu teria que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas’. Aí eu disse: ‘era para ter ficado era mais, não era para ter saído viva’”, afirmou Carolina.
O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. Carolina Sthela não foi presa nem indiciada até o momento. Segundo a Polícia Civil, ela é alvo de mais de dez processos, entre eles, um no qual foi condenada por calúnia após acusar falsamente a ex-babá do filho dela de roubar uma pulseira de ouro.
À TV Mirante, o marido de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos afirmou que não existem áudios dela e que as mensagens divulgadas são “inverdades”. A suspeita disse, em nota, que as alegações são “uma distorção do que realmente aconteceu” e que todas as medidas jurídicas cabíveis já foram tomadas para esclarecer os fatos.
Vítima detalhou ataques
A jovem relatou que foi agredida com puxões de cabelo, socos e murros, além de ter sido derrubada no chão. Grávida, a ela disse que, durante as agressões, tentou proteger a barriga.
“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse a jovem.
Depois de mais de uma hora de procura, o anel que a empresária alegou que a vítima havia roubado foi encontrado no cesto de roupa suja da residência. Segundo a doméstica, mesmo com a joia localizada, as agressões continuaram.
“Eu, graças a Deus, não levei nenhum chute, porque fiquei protegendo minha barriga o tempo todo, mas o restante do corpo ficou todo marcado”, relatou
Doméstica foi acusada de roubo
A jovem relatou ter sido agredida após ser acusada de roubar joias da ex-patroa. Ela contou que aceitou o trabalho como empregada doméstica para comprar o enxoval do bebê, com um contrato de apenas um mês.
Em um dos áudios, a suspeita chega a dizer que a vítima deveria ter ficado com mais hematomas e que “não era para ter saído viva”. Nas mensagens, Carolina Sthela descreve as agressões contra a empregada.
“Quase uma hora essa menina no massacre, e tapa e murro e pisava nos dedos. Tudo que vocês imaginarem de doidice, era eu e ele fazendo”, afirmou Carolina Sthela.
Nos áudios, a mulher contou que teve ajuda de um homem, ainda não identificado, para pressionar a empregada de forma violenta. Na manhã do dia 17 de abril, ele foi armado até a casa de Carolina.
“Eu acordei era 7h30. Aí eu (disse): ‘Samara, arruma logo essa cozinha’, que eu também não sou besta, ‘que eu vou receber um amigo meu aqui em casa’. Aí ele chegou e eu disse ‘entra, amigo’. Ele (o homem) já veio com uma jumenta de uma arma, chega brilhava.”
No relato, a suspeita conta o momento em que chama a empregada para conversar após a chegada do homem, a quem atribui participação na abordagem sobre o desaparecimento do anel.
“Aí eu (falei): ‘Samara, faz favor, vem cá. Ontem sumiu meu anel, você sabe, né? Aqui não entrou ninguém de fora, só a gente, a única pessoa estranha é você. E meu anel não tem perna e nem asa pra andar voando. Então eu quero que você vá pegar meu anel de onde você botou, pra gente não ter problema’”, relatou a mulher.
“Puxou a bicha, botou assim, tirou a touca da cabeça dela, pegou no cabelo, botou ela de joelho, puxou a bicha e botou na boca dela. ‘Eu acho bom tu entregar logo esse anel, onde é que tá? Tá aqui? Bora brincar de quente ou frio. Tá aqui em cima, tá aqui embaixo?’ Aí onde ele ia apontando, botava a cabeça dela se tava.”
Após a joia ser encontrada, as agressões continuaram, segundo relato.
“Tapa e tapa, menina, dei. Gente, eu dei tanto que minha mão tá inchada. Até hoje meu dedo chega tá roxo”, contou Carolina.
No dia seguinte, a empregada registrou um boletim de ocorrência e fez exame de corpo de delito, que confirmou as lesões. Nas fotos, são visíveis as marcas pelo corpo da mulher, e a que está na testa, segundo ela, é resultado de uma coronhada. (
Com informações do G1
- 5 de maio de 2026
- Por: Redação
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (5) que o governo federal elabore um plano emergencial para reestruturar o trabalho de fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável pelo monitoramento das instituições que atuam no mercado de capitais.
A decisão foi tomada um dia após o ministro questionar a eficiência da comissão para fiscalizar fundos de investimentos que são usados para lavagem de dinheiro.
Dino determinou que a União terá prazo de 20 dias para apresentar um plano operacional com medidas práticas, como realização de mutirões para fiscalizações extraordinárias e julgamento de processos.
Conforme a decisão, o plano deverá conter quatro eixos, que deverão envolver ações sobre atuação repressiva e celeridade processual; recomposição de servidores e integração tecnológica; inteligência financeira e cooperação interinstitucional e supervisão preventiva para conter a “indústria de fundos de investimento e “zonas cinzentas”.
Taxa
Flávio Dino também determinou que a CVM deverá receber o valor integral que é arrecadado pelo governo com o pagamento da chamada taxa de fiscalização.
A taxa varia de acordo com o patrimônio líquido da instituição financeira. O menor valor é de aproximadamente R$ 500. A maior contribuição está em torno de R$ 600 mil.
Caso Master
O ministro afirmou na decisão que a CVM vive um quadro de “atrofia institucional”, que permite a proliferação de fraudes, como os desvios ocorridos no caso do Banco Master.
Dino citou que a comissão enfrenta redução orçamentária e falta de servidores.
“A confirmação desse cenário evidencia-se na proliferação de fraudes e ilícitos de vulto bilionário, com potencial desestabilizador de todo o sistema, como se verificou no caso do Banco Master. Aparentemente, o banco teria desenvolvido atividades criminosas favorecidas pela facilidade de ocultação de informações obrigatórias e pela suposta ausência de exigências fiscalizatórias por parte dos órgãos reguladores.”
Processo
O caso chegou ao Supremo em março de 2025, quando o partido Novo entrou com uma ação para contestar o pagamento da taxa de fiscalização.
A legenda citou na ação que a CVM arrecadou R$ 2,4 bilhões, entre 2022 e 2024. Desse total, R$ 2,1 bilhões são oriundos de taxas. No mesmo período, o orçamento do órgão foi de R$ 670 milhões.
O partido ainda citou que a maior parte da arrecadação da CVM, cerca de 70%, vai para o caixa do governo federal, sendo que apenas 30% vai para a atividade-fim do órgão.
Agência Brasil
- Chapa
- 5 de maio de 2026
- Por: Redação

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) realizará, na próxima sexta-feira (8), o lançamento oficial de suas pré-candidaturas para as eleições de 2026. O evento ocorrerá a partir das 18h30, no auditório do curso de História da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), no Centro Histórico de São Luís.
Na ocasião, o partido apresentará o nome de Hertz Dias como pré-candidato à Presidência da República e de Saulo Arcangeli como pré-candidato ao Governo do Maranhão. A atividade integra o calendário de mobilização política da legenda para o próximo pleito.
O PSTU pretende reafirmar, durante o ato, o compromisso com a construção de candidaturas alinhadas à organização da classe trabalhadora e à defesa de pautas consideradas de esquerda pelo partido.
O encontro também é apresentado como um espaço de debate e mobilização, com foco na construção coletiva de propostas e no fortalecimento da atuação política da sigla no cenário eleitoral de 2026.
Recentes
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