Trânsito Direitos e Deveres

Fufuca anuncia apoio de 100 prefeitos maranhenses à sua pré-candidatura ao Senado

Nesta segunda-feira (08), o ex-ministro dos Esportes e pré-candidato ao Senado Federal pelo Maranhão, André Fufuca, (UP) afirmou contar com o apoio de 100 prefeitos de diversas regiões do estado para o projeto político de 2026. O anúncio foi feito em um vídeo publicado nas redes sociais, com menagens dos gestores em apoio a Fufuca, onde o político também agradeceu a confiança das lideranças municipais.

Segundo Fufuca, o apoio recebido é resultado de anos de trabalho junto aos municípios maranhenses, ouvindo demandas da população e construindo parcerias voltadas ao desenvolvimento das cidades.

“Uma caminhada nunca se faz sozinho. Quero agradecer de coração a cada prefeito e liderança que está ao nosso lado nesse projeto”, declarou.

 

Mais de 3 mil pessoas acompanharam, em São Luís, o encontro “Gestão da Emoção para Formar Líderes de Alta Performance”, realizado pelo médico psiquiatra, escritor e pesquisador Augusto Cury em parceria com o deputado federal Duarte Júnior. O evento, que reuniu empresários, educadores, estudantes, profissionais de diversas áreas e lideranças políticas, marcou o lançamento das pré-candidaturas de Augusto Cury à Presidência da República e de Duarte Júnior ao Senado Federal pelo Avante.

Durante sua palestra, Augusto Cury defendeu o diálogo e a superação da polarização política, destacando a necessidade de construir pontes entre diferentes visões de mundo.

“O Brasil pertence a mais de 200 milhões de brasileiros. Precisamos aprender a dialogar e a construir soluções juntos”, afirmou.

O presidente nacional do Avante, deputado federal Luis Tibé, também ressaltou a importância de elevar o nível do debate público e incorporar mais equilíbrio e inteligência emocional às discussões políticas.

Ao abordar o significado do encontro, Duarte Júnior destacou a expressiva participação popular e afirmou que o momento representa um sinal de esperança e renovação.

“Tenho fé de que, juntos, faremos história e mostraremos que o Maranhão pode eleger um senador escolhido pelo reconhecimento das pessoas, pela trajetória de trabalho e pela confiança conquistada nas ruas. Vamos seguir caminhando juntos, nas ruas, nas praças, no interior, na capital e também nas redes sociais, ouvindo as pessoas e construindo um Maranhão cada vez mais justo, desenvolvido e cheio de oportunidades”, declarou.

O encontro promoveu reflexões sobre inteligência emocional, liderança, desenvolvimento humano e os desafios da construção de um ambiente político mais equilibrado, reunindo representantes de diferentes segmentos da sociedade maranhense em torno do debate sobre o futuro do estado e do país.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, decidiu criar um grupo de trabalho para revisar todos os penduricalhos pagos aos magistrados do país.

Penduricalho é o nome pelo qual ficou conhecido o pagamento de variados tipos de verbas indenizatórias, criadas pelos tribunais sob diferentes justificativas, mas sem previsão expressa em lei.

De acordo com o plano de trabalho assinado por Fachin na noite de sexta-feira (5), o grupo vai “realizar estudos sobre propostas legislativas acerca da remuneração da magistratura e seus reflexos no aperfeiçoamento do sistema remuneratório do serviço público nacional”.

O grupo terá 180 dias para apresentar um relatório completo sobre a situação atual dos penduricalhos e apresentar uma minuta de projeto de lei para regulamentar o pagamento das verbas indenizatórias a juízas e juízes.

A iniciativa de Fachin ocorre depois de o CNJ ter aprovado, no fim de maio, a criação de um contracheque único para os magistrados. Isso significa que os tribunais ficam proibidos de abrir folhas de pagamentos extras para os pagamentos de verbas, além das folhas regulares por meio das quais são pagos os vencimentos normais.

A nova norma também obriga os tribunais a unificaram a nomenclatura das verbas indenizatórias legais que são pagas aos magistrados. A medida foi tomada após o CNJ tentar e não conseguir descobrir quantos nomes diferentes eram utilizados por todo o país, tamanha a diversidade da natureza dos pagamentos.

A discussão sobre os penduricalhos dos magistrados, que acarretam pagamentos muito acima do teto do funcionalismo público, tomou impulso em março, quando o Supremo referendou uma liminar do ministro Flávio Dino e suspendeu de imediato o pagamento de diversas verbas não previstas em lei.

Agência Brasil

Um levantamento divulgado pela Vox Brasil para a disputa pelo Governo do Maranhão mostra o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), na liderança das intenções de voto válidos para as eleições de 2026.

De acordo com os números apresentados pela pesquisa, Braide aparece com 44,1% dos votos válidos. Em segundo lugar está Orleans Brandão (MDB), com 28,6%. Na sequência aparecem Lahesio Bonfim (Novo), com 16,7%, e Felipe Camarão (PT), com 8,3%.

Os demais nomes citados no levantamento registraram percentuais menores. André Luís (Missão) alcançou 1,2% dos votos válidos, enquanto Enilton Rodrigues (PSOL) obteve 1,1%.

A diferença entre o primeiro e o segundo colocado é de 15,5 pontos percentuais, indicando vantagem de Eduardo Braide no cenário pesquisado.

A pesquisa está registrada sob o número MA-06307/2026. Como toda pesquisa eleitoral, os números representam um retrato do momento em que o levantamento foi realizado e podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral.

Votos válidos

  • Eduardo Braide (PSD): 44,1%
  • Orleans Brandão (MDB): 28,6%
  • Lahesio Bonfim (Novo): 16,7%
  • Felipe Camarão (PT): 8,3%
  • André Luís (Missão): 1,2%
  • Enilton Rodrigues (PSOL): 1,1%

Com o início das festas juninas na Grande São Luís, milhares de pessoas voltam a ocupar os arraiais para prestigiar apresentações culturais, grupos de bumba meu boi, quadrilhas, danças folclóricas e a rica gastronomia maranhense. No entanto, além da programação cultural, um assunto tem chamado a atenção de frequentadores: os preços cobrados por alguns pratos típicos comercializados nos espaços juninos.

Relatos de visitantes apontam que determinados produtos estão sendo vendidos por valores considerados elevados. Em alguns casos, pratos com porções simples chegam a custar cerca de R$ 50, gerando insatisfação entre consumidores que desejam aproveitar a festa sem comprometer o orçamento.

Embora seja compreensível que comerciantes precisem cobrir custos com estrutura, insumos e mão de obra, é importante encontrar um equilíbrio para que a festa continue acessível. Afinal, o São João é uma manifestação popular e deve ser desfrutado por todos, independentemente da condição financeira.

Valorizar a cultura maranhense também passa por garantir que as famílias possam participar dos arraiais, apreciar as atrações e consumir produtos típicos sem que isso represente um peso excessivo no orçamento. O sucesso da festa não está apenas na quantidade de atrações, mas também na capacidade de acolher o público que mantém viva essa tradição ano após ano.

A União Europeia confirmou a suspensão das importações de carne bovina brasileira e de determinados animais vivos a partir de setembro de 2026. A medida foi adotada após a atualização das regras sanitárias e de rastreabilidade exigidas pelo bloco para países exportadores.

De acordo com as autoridades europeias, o Brasil não foi incluído na nova lista de países autorizados a exportar carne bovina para os 27 países-membros da União Europeia. A decisão deverá entrar em vigor em 3 de setembro, após a conclusão dos procedimentos regulatórios previstos pelo bloco.

O governo brasileiro reagiu à medida e informou que buscará reverter a suspensão por meio de negociações diplomáticas e técnicas. Representantes do setor agropecuário também demonstraram preocupação com os impactos da decisão sobre as exportações brasileiras, embora a União Europeia represente uma parcela menor das vendas externas de carne bovina do país em comparação com outros mercados.

A suspensão ocorre em meio ao endurecimento das exigências europeias relacionadas ao controle sanitário, à rastreabilidade dos rebanhos e à conformidade com normas ambientais. O tema deve continuar sendo discutido entre autoridades brasileiras e europeias nos próximos meses, na tentativa de restabelecer o acesso da carne bovina brasileira ao mercado europeu.