Gerp: Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 47%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, registra 47%.

A distância entre os candidatos é de seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro informada, de dois pontos para mais ou para menos, Flávio aparece à frente fora desse intervalo.

Na comparação com o levantamento anterior, o candidato do PL oscilou de 52% para 53%, enquanto Lula passou de 48% para 47%. Com isso, a diferença numérica passou de quatro para seis pontos percentuais.

O cálculo dos votos válidos considera apenas as intenções de voto nos candidatos, excluindo indecisos e eleitores que declaram voto em branco ou nulo.

O instituto Gerp entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre os dias 19 e 21 de outubro. O intervalo de confiança informado é de 95,55%. Realizado com recursos próprios, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03835/2026.

A quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, a nova pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta um cenário de empate técnico na disputa pela Presidência da República. No levantamento estimulado de votos totais, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 44%.

Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois concorrentes estão tecnicamente empatados. Os eleitores que declararam voto em branco ou nulo somam 9%, e os indecisos representam 2%. Na modalidade espontânea, o empate é exato: ambos aparecem com 40% das intenções de voto, com os indecisos saltando para 14%.

Rejeição

A pesquisa também mediu os índices de rejeição dos candidatos. O candidato do PL aparece com 54% de rejeição, enquanto o petista registra 47%, apresentando oscilação em relação à rodada anterior.

O levantamento da Quaest foi realizado de forma presencial com 2.154 eleitores entre os dias 17 e 20 de outubro de 2026. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026, com nível de confiança de 95%.

 

A quatro dias do segundo turno, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21). O levantamento aponta Flávio com 50% das intenções de voto, contra 48% de Lula. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro, Flávio manteve os mesmos 50%. Lula, por sua vez, passou de 49% para 48%, uma oscilação de um ponto percentual para baixo, dentro da margem de erro do levantamento.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e as pessoas que não pretendem votar, Flávio Bolsonaro registra aproximadamente 51% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com cerca de 49%.

O cálculo é feito a partir da soma dos percentuais atribuídos aos dois candidatos, que totalizam 98%. Com a exclusão dos demais votos e a redistribuição proporcional entre os concorrentes, Flávio chega a 51,02% e Lula, a 48,98%, valores arredondados para 51% e 49%, respectivamente.

Intenções de voto

De acordo com a pesquisa, os percentuais são os seguintes:

Flávio Bolsonaro (PL): 50%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48%
Branco, nulo ou não votaria: 1%
Indecisos: 0%

Apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro, a diferença entre os candidatos está dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. O resultado, portanto, não permite afirmar que um dos concorrentes tenha vantagem estatisticamente consolidada sobre o outro.

Metodologia

A pesquisa Palver entrevistou 5.000 eleitores entre domingo (18) e terça-feira (20) de outubro, por meio de questionário on-line. Os participantes foram recrutados por anúncios em redes sociais, e a amostragem é não probabilística.

O levantamento tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro máxima de 2,4 pontos percentuais. O instituto ressalta que a margem de erro se refere ao erro amostral e que os resultados de análises por grupos específicos podem apresentar maior incerteza.

Contratada pela própria Palver, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04612/2026.

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21). A diferença de 2,2 pontos percentuais indica empate técnico, considerada a margem de erro de 2,5 pontos para mais ou para menos.

No cenário de votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula soma 46%. Os entrevistados que pretendem votar em branco ou anular representam 3,4%, e outros 2,6% não souberam ou preferiram não responder.

Em comparação com o levantamento de setembro, o senador manteve os mesmos 48% dos votos totais. O presidente, por sua vez, oscilou 2,5 pontos percentuais para baixo, passando de 48,5% para 46%.

A pesquisa entrevistou 1.500 eleitores em todo o Brasil entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08251/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

O escritório de advocacia do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho deste ano, período em que ele exercia o mandato de senador. Documentos divulgados pela coluna do jornalista Demétrio Vecchioli, do portal Metrópoles, apontam que os registros não detalham as atividades específicas prestadas aos contratantes, registrando as cobranças apenas sob as descrições genéricas de “honorários advocatícios” ou “assessoria jurídica”.

Entre os principais clientes da banca está a fabricante de doces Simas Industrial de Alimentos (Sam’s), que contratou o escritório logo na primeira semana de janeiro de 2023, totalizando cerca de R$ 3,3 milhões em repasses ao longo de dois anos. A lista de pagadores também inclui o advogado Otto Medeiros Azevedo, de Cuiabá, que manteve pagamentos mensais contínuos ao senador mesmo durante o período de pré-campanha.

As movimentações do escritório envolvem ainda contratos com pessoas físicas e outras sociedades de advogados. O empresário Marco Antonio Grecco, CEO do GNPW Group, contratou a banca na pessoa física por R$ 2,360 milhões, enquanto a banca paulista D.B Tesser Sociedade de Advogados e a empresa de tecnologia Inovaconnect também figuram entre as pagadoras do candidato do PL.

 

O presidente Lula (PT) exaltou o pacote de bondades encaminhado por seu governo nas vésperas do segundo turno da eleição, repetiu que esta é sua última campanha presidencial e disse que pretende fazer um “mandato histórico” caso seja reeleito.

“Essa é a minha última campanha para presidente da República. É a última campanha. E esse mandato eu quero que seja um mandato histórico”, disse o presidente em ato de campanha nesta terça-feira (20), em São Luís, no Maranhão.

Após o encerramento do ato, Lula disse que visitaria o ex-presidente José Sarney (MDB), 96, que recebeu alta hospitalar após uma cirurgia abdominal.

Lula citou propostas de programas que pretende ampliar em um eventual quarto mandato, como a expansão do Pé-de-Meia para universitários e para todos os alunos de ensino médio da rede pública de ensino — removendo a restrição atual voltada apenas a famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico.

“Eu quero que seja um mandato para que a gente possa universalizar o Pé-de-Meia para o ensino médio, criar o Pé-de-Meia para os estudantes universitários, continuar gerando emprego de qualidade, formando profissionais”, citou o presidente.

O petista afirmou ainda que vai investir nas indústrias digital, verde e criativa, “para gerar emprego de qualidade para as nossas meninas e para os nossos meninos”.

“E vai ser um mandato de proteção às mulheres. Chega de violência contra as mulheres”, completou.

Em pronunciamento à imprensa, o presidente anunciou que enviará ao Congresso nesta quarta-feira (21) uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para instituir a gratuidade do transporte público aos sábados e domingos.

Lula disse ainda que vai sancionar também nesta quarta a lei de perdão de dívidas de 4 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) com débitos inscritos na dívida ativa da União. A medida, disse, permitirá que essas pessoas limpem o nome e retomem suas atividades.

O presidente voltou a cobrar que seu adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro, divulgue seus dados bancários e telefônicos. Lula afirmou que seus advogados apresentariam ao Tribunal Superior Eleitoral um pedido para abrir os próprios sigilos e os de familiares, incluindo os da primeira-dama e dos filhos.

“Eu quero ver se ele tem coragem de abrir o sigilo bancário dele, o sigilo telefônico dele. Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto.”

Lula desembarcou por volta das 10h30 no aeroporto Marechal Cunha Machado, onde foi recebido pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), que disputou o governo estadual neste ano e foi derrotado.

De lá, seguiu para o Largo do Carmo, no Centro Histórico de São Luís, onde uma multidão de militantes e eleitores o aguardava com bandeiras, broches, adesivos e cartazes com a frase “Abre o sigilo, Flávio”.

O ato em São Luís reuniu políticos aliados do presidente, entre eles a deputada federal Sônia Guajajara (PSOL), as senadoras Ana Paula Lobato (PSB) e Eliziane Gama (PT), o senador eleito André Fufuca (PP) e o governador Carlos Brandão (MDB).