
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (26), contra a decisão do ministro André Mendonça que havia autorizado a prorrogação automática da CPMI do INSS por mais 60 dias.
Até o momento, o placar está em 6 votos a 2 contra o relator. Mendonça abriu a sessão defendendo que uma nova prorrogação só poderia ocorrer mediante novo requerimento subscrito por ao menos 1/3 dos parlamentares, respeitando o limite de 60 dias.
A divergência foi aberta por Flávio Dino e acompanhada por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Já Luiz Fux acompanhou o relator.


