
O manifesto divulgado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após sua chegada aos Estados Unidos contou com o auxílio da ferramenta de inteligência artificial ChatGPT em sua elaboração, segundo informou o jornalista Paulo Figueiredo nesta quinta-feira (29).
De acordo com Figueiredo, que atuou na difusão do documento no exterior, a utilização da plataforma gerou falhas técnicas durante o processo de edição. Entre os equívocos apontados esteve a inserção de um brasão antigo da República contendo a grafia “Brazil” (com “Z”), modelo que caiu em desuso no século passado, além da inclusão temporária da expressão “verdadeiro presidente eleito”.
Versões e Correções
A carta passou por três alterações em seu perfil oficial em um curto intervalo de tempo:
1. Primeira versão: Apresentava a imagem do brasão com a grafia antiga da República e a autodeclaração de “presidente eleito”.
2. Segunda versão: Corrigiu o símbolo oficial para a versão atual da República Federativa do Brasil, mantendo o termo sobre a eleição.
3. Terceira versão: Substituiu a expressão “presidente eleito” por “líder do Brasil”, mantendo as críticas ao processo eleitoral e às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
Aliados do parlamentar minimizaram as falhas de formatação e afirmaram que o objetivo central da publicação foi formalizar a posição de oposição e de não reconhecimento do resultado das urnas a partir do exterior.


