
A Assembleia Legislativa do Maranhão realiza a sessão ordinária na manhã desta quarta-feira (15), um dia depois da polêmica que resultou na não realização dos trabalhos na Casa.
Na terça-feira (14) o deputado Ariston (PSB) abriu e encerrou os trabalhos – por falta de quórum -, minutos antes de o Plenário ter ficado parcialmente ocupado pelos parlamentares.
Surpresos com a não realização da sessão, alguns deputados protestaram. Foi o caso de Carlos Lula (PSB), Fernando Braide (Solidariedade) e Yglésio Moyses (PRTB).
Na sessão de hoje – conduzida pela presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB) -, conta com a presença de 27 deputados.
Denúncia de Márcio Jerry e Rubens Júnior é abordada pela oposição
A bancada de oposição abordou a denúncia levantada na Câmara Federal pelos deputados federais Rubens Júnior (PT) e Márcio Jerry (PCdoB).
Os parlamentares acusam a Polícia Civil de conduzir investigação com um suposto grampo ilegal. A Secretaria de Segurança Pública rechaçou a denúncia.
Carlos Lula foi o primeiro a tratar do tema. Ele criticou o Governo do Estado e afirmou que “está em risco a própria democracia”.
O deputado Rodrigo Lago também tratou do tema. Classificou o caso como “tema gravíssimo da política do Maranhão”.
Base governista rebate denúncia
Coube ao deputado governista Yglésio Moyses, tratar do tema. Ele rechaçou a denúncia de suposto grampo levantado por Rubens Júnior e Márcio Jerry e afirmou que o caso não tem fundamento.
Ele também criticou o fato de parlamentares terem tentado atrelar ao caso ao governador Carlos Brandão.
Yglésio criticou a atuação dos adversários.
*Com informações do Imirante


